Regularmente paro pra analisar minha vida, faço uma revisão geral.
Sempre há um ponto a ser mudado, claro, estamos sempre buscando melhorar.
Quando me deparo com uma situação que não consegui resolver no balanço anterior, dou atenção especial: Peraí! Volta tudo! Pq não melhorei esta parte?
Incrível, sempre chego a mesma conclusão: Não mexi na raiz.
É muito simples: Todo mal deve ser cortado pela raiz!
Assim é menos dolorido mudar as atitudes e os conceitos.
Aqueles sentimentos que parecem não fazer parte da gente, só pq não conseguimos controlá-lo, devem ser cortados pela raiz. Quando paramos pra pensar, notamos ele alí, tentando nos enganar, se escondendo com medo de ser grosseiramente arremessado pra fora do corpo, da cabeça e principalmente do coração.
Vou falar do amor, nos últimos balanços percebi que tinha um “amor” me incomodando, me atrapalhando.
[Tinha plena consciência de que não queria mais esse amor, mas, eu não conseguia controlar. Achava que amava, no mesmo instante tinha certeza que não]
Depois de detectar o problema, percebi que o amor, não era amor. Era despeito, meu, comigo, por ter morrido na praia.
Eu, que já era mais eu, ri de mim… Peraí, eu me amo.
Fui lá no fundo, na raiz, e tirei aquele sentimento que não combinava comigo, não fazia parte de mim, ele estava alí totalmente deslocado.
Aí vem a pergunta: e o amor? Este já tinha acabado, quando eu passei a me amar.
Escrito por Mi
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